Nessa época, mais do que nunca, a crença no Papai Noel se acende junto com o Natal. Mais do que uma simples representação, o Papai Noel se tornou um ícone da data, sem dúvida. Dessa forma, são raras as crianças que não se animam ao ver um dos clássicos Noéis dos Shopping Centers.
O bom velhinho tem algumas histórias bem interessantes por trás de suas presença obrigatória nas festas de final do ano. E hoje vamos conhecer um pouquinho mais sobre ele.
A Crença no Papai Noel que conhecemos
No imaginário infantil, o Papai Noel é um bom velhinho presenteiro. A principal tradição acerca dele vem do território norte-americano. Ele mora no Pólo Norte, debaixo de muita neve. Há versões que afirmam que seu lar fica na Lapônia, no extremo Norte da Finlândia. Além disso, ele tem uma fábrica de brinquedos cujos funcionários são não pessoas comuns, mas duendes.
Os duendes garantem um suprimento enorme de brinquedos para todas as crianças do mundo. No entanto, não são todas as crianças que são merecedoras destes brinquedos. Sendo assim, somente os pequenos que se comportam durante o ano receberão um presente.
O Papai Noel é o responsável por registrar todas as “contravenções” dos pequenos para decidir quem receberá seu presente. Na véspera do Natal, o bom velhinho veste sua roupa vermelha e branca, seu gorro e botas pretas.
Ele carrega os brinquedos em um trenó, que é carregado por oito renas mais Rudolph (que tem uma tradição à parte). Elas se chamam Dasher, Dancer, Prancer, Vixen, Comet, Cupid, Donner e Blitzen. Sua equivalência em português, portanto, seria: Rodolfo, Corredora, Dançarina, Empinadora, Raposa, Cometa, Cupido, Trovão e Relâmpago.
Antes de mais nada, elas não são renas comuns: graças a elas o Papai Noel cruza os continentes voando em seu trenó. Ele chega de mansinho na casa das crianças, desce pela chaminé (ou pela janela de quem não tem) e deixa os presentes debaixo da árvore de Natal.
A origem cristã da crença no Papai Noel
Apesar de essa ser a história mais conhecida e difundida mundo afora, sua origem é um pouco diferente disso.
A origem histórica do bom velhinho estaria diretamente ligada a São Nicolau de Mira. São Nicolau era conhecido, da mesma forma, como Nicolau Taumaturgo. Ele foi um bispo cristão que viveu por volta dos séculos III e IV antes de Cristo.
Diz-se que São Nicolau viveu numa região da Ásia Menor que hoje é conhecida como Turquia. Ele era muito religioso, e sua família era muito rica. Dessa forma, com a morte dos seus pais ainda cedo, ele herdou uma grande fortuna.
No entanto, Nicolau tinha um propósito maior, e utilizada sua fortuna para ajudar os menos abastados. Acima de tudo, ele distribuía presentes, principalmente para crianças órfãs.
Na igreja católica, sua representação é muito semelhante à que temos hoje. São Nicolau é representado como um senhor de Barba branca e vestes vermelhas.
O Papai Noel na mitologia
Como falamos anteriormente, há diversas histórias que dão conta da origem do bom velhinho. Na tradição nórdica, percebe-se muita semelhança entre São Nicolau e o deus grego Odin – o mais poderoso da mitologia nórdica. Aliás, Odin é representado de forma muito semelhante: um idoso barbudo e de cabelos brancos.
Segundo a crença nórdica, Odin era o responsável por entregas presentes às pessoas durante um festival que acontecia durante o solstício de inverno, o Yule.
Segundo essa lenda, para isso ele montava em não apenas um cavalo, mas um cavalo de oito patas (uma alusão às oito renas?) chamado Sleipnir. E, assim como as renas, Sleipnir sobrevoava os céus com Odin para, dessa forma, fazer a entrega dos presentes.
A lenda conta, portanto, que Odin passava de casa em casa entregando presentes e doces às crianças. Mas, para isso, elas precisavam deixar perto da chaminé botas cheias de feno e cenouras para alimentar Sleipnir. Em troca, Odin preenchia as botas com mimos.
A representação do Papai Noel hoje em dia
Como pudemos ver, o Papai Noel tem muita semelhança com as lendas, no entanto em nenhuma delas ele veste-se da mesma forma que hoje.
A imagem moderna do Papai Noel é de um velhinho de cabelos e barba branca vestido com roupa vermelha com detalhes em branco, gorro e botas pretas. Da mesma forma, ele carrega um saco vermelho lotado de presentes nas costas.
Diz-se que essa representação tem começa há mais de um século, em um poema. O poema, portanto, foi escrito por Clement Clarke Moore na primeira metade do século XIX. A poesia ficou conhecida como “A visit from Saint Nicholas” (Uma visita de São Nicolau) ou também “Twas de night before Christmas” (É véspera de Natal). Um trecho dele, em tradução livre, diz o seguinte:
“É véspera de Natal, quando em toda a casa
Nenhuma criatura se mexia, nem mesmo um rato;
As meias foram penduradas na chaminé com cuidado,
Na esperança de que São Nicolau logo estaria lá;
As crianças estavam aninhadas e aconchegadas em suas camas,
Enquanto visões de ameixas dançavam em suas cabeças;
E mamãe em seu lenço, e eu em meu boné,
Acabamos de preparar nossas mentes para uma longa soneca de inverno,
Quando fora do gramado, surgiu um grande estrondo,
Saltei da cama para ver o que estava acontecendo.”
(Fonte: https://poets.org/poem/visit-st-nicholas )
A Coca-Cola garantiu a representação atual com uma campanha publicitária feita nas décadas de 1920 e 1930. Essas propagandas foram um sucesso e, dessa forma, a imagem do bom velhinho se consolidou na cultura mundial.
A comemoração além da crença
Seja qual for a real origem verdadeira do Papai Noel, é fato que essa época é repleta de bons momentos em família. A tradição da troca de presentes celebra esse momento como um carinho àqueles que amamos tanto.
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